“O Zeca é um pássaro. Ele canta, encanta, inventa e reinventa, sem nunca cansar quem o ouve - e quem o vê. Porque ver o Zeca é tão importante como ouvi-lo [...] na entrega, no modo inteiro como interpreta as suas canções de amor e mágoa, esperança e desencanto e saudades de um futuro em que não desiste de acreditar, mesmo se o presente tantas vezes parece empenhado em desmenti-lo. [...] sábado, 27 de outubro de 2007
ZECA MEDEIROS
“O Zeca é um pássaro. Ele canta, encanta, inventa e reinventa, sem nunca cansar quem o ouve - e quem o vê. Porque ver o Zeca é tão importante como ouvi-lo [...] na entrega, no modo inteiro como interpreta as suas canções de amor e mágoa, esperança e desencanto e saudades de um futuro em que não desiste de acreditar, mesmo se o presente tantas vezes parece empenhado em desmenti-lo. [...] sábado, 20 de outubro de 2007
A "minha" ilha
terça-feira, 16 de outubro de 2007
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
AÇORES: o Paraíso por 9 ilhas repartido
Maria da Graça Queiroz, in Tempo Livre (Revista do Inatel)
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Gestos que enchem o coração
Trazia, também, umas quantas embalagens do delicioso chá Gorreana, bolos lêvedos e caramelos de chocolate (da Maria da Glória Moniz, das Furnas), queijadas da Vila (de Vila Franca do Campo, claro!). Atirei a dieta às urtigas e preparei uma merenda a preceito, com adereços açorianos, como não podia deixar de ser.
Mas há mais... até me mandaram um inhame!!!!!
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Santa Maria, a ilha-mãe
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Memórias com 50 anos
domingo, 23 de setembro de 2007
DANIEL DE SÁ imparável
Amanhã, 24 de Setembro, pelas 19.30 h, será lançado o novo livro de Daniel de Sá, "SANTA MARIA, a ilha-mãe". A sessão de apresentação será presidida pela Directora Regional do Turismo, na Vila do Porto, ilha de Santa Maria. terça-feira, 18 de setembro de 2007
O "Inukshuk"
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
As hortênsias de S. Miguel, no mês de Agosto
Agosto de 2002
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
"O Pastor das Casas Mortas"
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Golfinhos e Cachalotes
No mar dos Açores, podem ser observadas cerca de 24 espécies de mamíferos, destacando-se especialmente os cachalotes e os golfinhos comuns. O cachalote é “a baleia mais emblemática dos Açores”, dado que é nas suas águas quentes que crescem estes animais, que podem atingir 20 metros de comprimento e mergulhar até 3000 metros de profundidade à procura dos moluscos de que se alimentam. Além das baleias de bico, também é possível encontrar baleias azuis (as maiores de todas), durante a Primavera. E, até, tartarugas e tubarões.
Já tive a sorte de ver golfinhos, numa viagem de barco que fiz entre S. Miguel e Santa Maria, e fiquei maravilhada. As fotografias que aqui publico foram tiradas, no passado mês de Julho, por amigos que mas cederam e a quem muito agradeço.
Encantem-se com todas as maravilhas que os Açores têm para vos dar, mas por favor, não façam nada que possa prejudicar a “Natureza pura” destas ilhas!
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
LUZ entre o Porto e S. Miguel
O Pedro Abrunhosa é do Porto, cidade onde resido. Conheci bem os seus irmãos e lembro-me dele ainda pequeno, na praia do Mindelo, onde morei uns tempos e eles passavam o Verão. Agora, o seu álbum “LUZ” integra a canção “Ilumina-me” que faz parte da banda sonora da telenovela “A Ilha dos Amores”.
A coincidência de Pedro Abrunhosa “fazer a ponte” entre dois dos meus grandes amores (o Porto e S. Miguel) serviu de pretexto à elaboração deste post.
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ILUMINA-ME
Gosto de ti como quem gosta do sábado,
Gosto de ti como quem abraça o fogo,
Gosto de ti como quem vence o espaço,
Como quem abre o regaço,
Como quem salta o vazio,
Um barco aporta no rio,
Um homem morre no esforço,
Sete colinas no dorso
E uma cidade p’ra mim.
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Gosto de ti como quem mata o degredo,
Gosto de ti como quem finta o futuro,
Gosto de ti como quem diz não ter medo,
Como quem mente em segredo,
Como quem baila na estrada,
Vestido feito de nada,
As mãos fartas do corpo,
Um beijo louco no porto
E uma cidade p’ra ti.
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Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, ilumina-me.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, ilumina-me.
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Gosto de ti como uma estrela no dia,
Gosto de ti quando uma nuvem começa,
Gosto de ti quando o teu corpo pedia,
Quando nas mãos me ardia,
Como silêncio na guerra,
Beijos de luz e de terra,
E num passado imperfeito,
Um fogo farto no peito
E um mundo longe de nós.
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Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, ilumina-me.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, ilumina-me.
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Letra e música de Pedro Abrunhosa
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Novo Livro de Daniel de Sá
“O pastor das casas mortas” é a mais recente obra de Daniel Sá
O livro foi lançado no passado dia 28 de Junho, em S. Miguel
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in Expresso das Nove on line
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Tenho a certeza de que será uma belíssima obra. As preocupações sociais, morais e existenciais, a importância do passado e da tradição, a grande sensibilidade e os momentos de grande intensidade dramática, estão sempre presentes na escrita de Daniel de Sá.
Quando acabei de ler "Ilha Grande Fechada", o primeiro livro dele que me chegou às mãos através dum amigo, as lágrimas rolavam-me pela cara e nem sei descrever o que senti. A ilha de S. Miguel há muito que tinha entrado no meu coração e Daniel de Sá encontrou nele, a partir desse momento, o seu cantinho.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
DANIEL DE SÁ: um escritor micaelense
terça-feira, 19 de junho de 2007
Caldeira Velha, Ribeira Grande, S. Miguel, Açores
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Emigração versus Amor
segunda-feira, 11 de junho de 2007
IDÍLIO (Antero de Quental)
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Atlântida: mito ou premonição?
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Todos ouvimos já falar do continente maravilhoso que, segundo Platão, ficava para lá das Colunas de Hércules (estreito de Gibraltar) e que, um dia, se afundou e desapareceu, engolido pelo Oceano Atlântico.
Claro, que os cientistas afirmam que esse continente nunca existiu. Mas também há quem, inclusive, se lembre de ter vivido na Atlântida, numa vida anterior.
Não vou afirmar o que não sei, mas que me apraz pensar que as ilhas dos Açores sejam os pontos mais altos dessas terras submersas, é um facto.
Uma lenda é um mistério, é do reino do imaginário e dá um pouco de cor à vida cinzenta do quotidiano. Para mim, as "ilhas de bruma", têm esse encanto. Aparecem e desaparecem, envolvem-se no nevoeiro e fazem-nos sentir que estamos perto do divino.
Um dia, vou contar o que sinto, sobretudo em relação a S. Miguel, o modo como viver na Ilha me transformou numa pessoa diferente e é, para mim, o lugar que conheço que mais se aproxima da ideia de paraíso.
Talvez a Atlântida não tivesse, de facto, existido e, por isso, não se deu aquele horrível cataclismo. O meu medo é que ele seja "coisa do futuro". O aquecimento global do planeta Terra não pára; o degelo está a acontecer. Estará Portugal, no seu todo, condenado a voltar às profundezas do mar? É isso que me assusta. Se passado, presente e futuro coexistem, em diferentes dimensões... Quem sabe quando as coisas acontecem?
























